Um ano após ser vítima de feminicídio, o caso de Maria Elizabeth Rosa Pereira de 65 anos. Na época presidente da AGERGS, ainda não foi concluído. Ela foi morta dentro da casa do ex-companheiro e policial militar da reserva, José Pedro da Rocha Tavares de 50 anos. Depois do crime ele deu um tiro na cabeça. O processo está parado aguardando o resultado de uma perícia psiquiátrica a que o réu foi submetido.